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Cirurgia ortopédica

No Hospital Animal do Sul existem os meios de diagnóstico e resolução, inclusivé cirúrgica, para problemas do foro ortopédico.

Possuímos um moderno aparelho de Rx, que se utiliza com frequência para detecção de fracturas, luxações, artroses, displasias, etc.

Osteotomia do Cúbito (displasia de cotovelo)

Existem dois tipos mais frequentes de cirurgias correctivas desta situação que se realizam sobre o cúbito. Consistem, em termos gerais, no corte e remoção de uma pequena porção deste osso, no caso de detecção do problema em cachorro; ou no seccionamento deste osso numa zona mais próxima do "cotovelo", quando o animal é adulto. Ambas as técnicas têm o mesmo objectivo de aliviar a pressão anormal que se exerce sobre a articulação e, deste modo, aliviar a dor e a evolução certa para a artrose. Não se esqueça que a qualidade de vida do seu amigo depende de si e de um diagnóstico precoce.

displasia de cotovelodisplasia de cotovelo
displasia de cotovelo

Osteotomia tripla (displasia de anca)

Trata-se de um procedimento cirúrgico preventivo que é utilizado há anos pelos clínicos do Hospital Animal do Sul em cães com displasia da anca, detectados precocemente.

Esta cirurgia correctiva consiste, na prática, em três cirurgias distintas na pélvis, em que se realiza inicialmente a osteotomia (corte do osso) do púbis, depois do isquion e, finalmente, numa terceira localização no ileon. Consegue-se deste modo libertar a zona acetabular (zona da pélvis onde se "encaixa" a cabeça do fémur). Numa segunda fase cirúrgica, reposiciona-se esta zona mediante a utilização de uma placa especial que é inserida com apoio de parafusos ortopédicos, numa angulação superior, de forma a obter uma maior cobertura da cabeça do fémur.

A Osteotomia tripla (TPO) não é um procedimento cirúrgico que cure a displasia da anca, mas através dela previne-se a incongruência articular, a inflamação da área (artrite) e, consequentemente, a dor, o desenvolvimento de artrose e, finalmente, a incapacidade funcional precoce dos membros posteriores.

Não se esqueça, para podermos utilizar esta técnica cirúrgica temos de diagnosticar cedo a displasia da anca no seu amigo. Siga os conselhos do seu Médico Veterinário assistente ou solicite um exame radiológico do seu cachorro cerca dos 6 a 7 meses de idade.

displasia da ancadisplasia da anca
Cão com displasia coxo-femuralCão após osteotomia tripla

Sinfiodese

Técnica cirúrgica para correcção de displasia de anca em animais muito jovens (4 a 5 meses) imobilizando a sínfise púbica, forçando os acetábulos a tomarem uma posição mais correcta, melhorando a cobertura da cabeça do fémur pelo acetábulo durante o crescimento do animal, corrigindo-se deste modo a displasia.

Artrodese

Consiste na imobilização definitiva de uma articulação com o objectivo de resolver problemas articulares graves. Esta solução de recurso vai dar funcionalidade ao membro, apesar da articulação deixar de ser móvel.

Ressecção da cabeça do fémur

Cirurgia utilizada principalmente em três situações: quando a displasia da anca já está muito avançada, quando existem luxações coxo-femurais não resolúveis de outra forma, e em caso de fractura da cabeça ou colo do fémur.

No caso da displasia, só se opta pela ressecção quando existem artroses muito avançadas e em que outro tipo de tratamento cirúrgico já não é possível.

Este é um tipo de cirurgia que se efectua para retirar a dor ao animal e permitir uma melhor qualidade de vida.

 

 

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